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Mulheres cientistas: 6 exemplos de brasileiras para celebrar a educação e igualdade de gênero na Ciência como forma de combate a pobreza




Em um mundo onde a pobreza ainda é uma realidade para muitas crianças, a educação infantil torna-se uma ferramenta vital para romper o ciclo da extrema pobreza. Nesse mês, queremos destacar a importância do Dia Internacional da Mulher e Menina na Ciência, comemorado em 11 de fevereiro, e convidar todos a refletir como essa celebração está intrinsecamente ligada ao nosso compromisso de proporcionar um futuro mais brilhante para as crianças em situação de vulnerabilidade.


A desigualdade de gênero persiste em muitos setores, incluindo na ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). No entanto, o papel das mulheres na ciência é fundamental para impulsionar a inovação e a descoberta, e, por extensão, para combater a extrema pobreza. A HAJA compreende que a educação é a chave para abrir portas e quebrar barreiras.


A HAJA acredita que as meninas, desde tenra idade, podem ser incentivadas a explorar seu potencial em todas as áreas, inclusive a STEM. Ao celebrarmos o Dia Internacional da Mulher e Menina na Ciência, destacamos não apenas as conquistas das mulheres cientistas, mas também inspiramos as próximas gerações a seguir seus passos. Sabemos que, ao investir na educação das meninas, estamos investindo no desenvolvimento sustentável e na redução da pobreza. É o que podemos perceber quando olhamos para as histórias e trajetórias de vida de, apenas, algumas das muitas cientistas brasileiras:


  • Dandara Ramos é psicóloga e epidemiologista, doutora em saúde coletiva. Nascida em Vigário Geral favela carioca, foi alfabetizada pela mãe e depois entrou na universidade publica com 15 anos. Através das politicas públicas estudou no Canadá. E hoje é fonte de inspiração para outra mulheres e jovens e sua história presentes em uma série feita pela Fio Cruz que destaca as mulheres na Ciência.



(reprodução)


  • Jaqueline Goes de Jesus é bióloga e doutora em Patologia Humana pela Universidade Federal da Bahia. Nasceu em Salvador, Bahia, filha de um pedreiro e de uma cozinheira. Liderou a equipe que sequenciou o genoma do Zika vírus no Brasil. Atua na Fiocruz Bahia como pesquisadora e coordenadora do (reprodução) laboratório de Virologia Molecular.



  • Nadia Ayad é Engenheira de Materiais pelo Instituto Militar de Engenharia (IME). Nasceu no Rio de Janeiro, filha de um comerciante e de uma dona de casa. Desenvolveu um filtro de água portátil feito de grafeno. E venceu o Prêmio Jovens Talentos da Academia Brasileira de Ciências em 2017.





(reprodução)



  • Gabriela Saldanha é Física e doutora em Astrofísica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).Nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, filha de um professor e de uma bibliotecária. Estuda a formação e evolução de galáxias e foi eleita para a Academia Brasileira de Ciências em 2023.





(reprodução)




  • Vivian Miranda é física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), filha adotiva nasceu no Rio de Janeiro. Cursou pós-doutorado em astrofísica na Universidade do Arizona (EUA), onde também é pesquisadora. Também é a única brasileira a trabalhar em um projeto da Nasa para desenvolver um satélite bilionário.






(reprodução)


  • Viviane dos Santos é bioquímica, especializada em nanotecnologia, baiana nascida no bairro da Liberdade em Salvador, desenvolveu um produto catalisador que reduz emissão de gases poluentes. Recebeu premiação máxima em 2010 em conferência na Finlândia, onde concorreu com 800 pesquisadores. Estudou bioquímica e engenharia química (reprodução) na Delft University of Technology.


A ciência não apenas amplia os horizontes do conhecimento, mas também oferece oportunidades econômicas, culturais e humanas, mudando o destino de gerações. Ao capacitarmos as mulheres, inclusive e especialmente, na ciência, estamos contribuindo para a criação de soluções inovadoras para os desafios enfrentados pelas comunidades carentes. Seja por meio de avanços em saúde, tecnologia ou soluções ambientais, valorizando o poder que as mulheres têm de transformar vidas.


Por isso, na HAJA, acreditamos que uma educação infantil de qualidade, aliada à promoção da igualdade de gênero, é um brilhante caminho para quebrar os ciclos de pobreza. Na HAJA estamos potencializando habilidades em nossas meninas para que sejam o que elas quiserem, inclusive cientistas. Estamos comprometidos em oferecer oportunidades que capacitam as crianças a sonhar alto, independentemente de seu gênero ou origem.


Mas precisamos de você, por isso convidamos todos a se juntarem a nós nessa jornada. Apoie nosso projeto educacional e venha nos conhecer. Juntos, podemos transformar o mundo, uma criança por vez.






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